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07/07/2016



Em Santa Maria, a primeira pós-graduação em Química do RS


Programa da UFSM deve recuperar conceito máximo da CAPES na próxima avaliação

A Universidade Federal de Santa Maria, fundada em 1960, no coração do Rio Grande do Sul, foi uma das pioneiras no Brasil em ensino superior fora das capitais. É a segunda maior universidade do estado, com mais de 28 mil alunos matriculados este ano.

Lá, o Programa de Pós-Graduação em Química foi criado em 1985, incialmente oferecendo mestrado em Química Orgânica. Logo cresceu para as demais grandes áreas da Química (Inorgânica, Analítica e Físico-Química) e, em 1994, por conta do crescimento do número de pesquisadores e consolidação das linhas de pesquisa, inaugurou o curso de doutorado. Até o mês de junho de 2016 foram formados 540 mestres e 257 doutores.

"Nossos desafios atuais são incentivar que os docentes realizem pós-doutorado no exterior, bem como atrair mais alunos estrangeiros. Por isso está em nosso planejamento ministrar disciplinas em inglês", conta o coordenador do Programa, Professor Fábio Andrei Duarte. Dos 31 anos de existência, por 22 o PPGQ da UFSM manteve nota máxima da CAPES. "De maneira geral, o PPGQ tem enfrentado muito bem os desafios e as tendências da pós-graduação no Brasil. Entretanto, apesar de ter o seu conceito reduzido para 6 na última avaliação trienal (2010-2012), o PPGQ sempre esteve entre os programas com os melhores indicadores do Brasil. De acordo com os dados atuais, tudo indica que o Programa retomará o conceito 7 na CAPES, pois todas as ações foram tomadas para cumprir com este objetivo", explica o coordenador do Programa.

 

Professor Fábio Andrei Duarte, coordenador do Programa: "Em 2015 foram publicados 151 artigos em periódicos, dos quais 120 tem participação discente. Destes 120 artigos, 13 foram publicados em periódicos classificados como Qualis A1. Também apenas em 2015 foram editados 2 livros, publicados 12 capítulos e depositadas 7 patentes (valor que corresponde à média anual do programa)".

O professor Marcos Martins foi um dos fundadores do Programa e ao longo dos anos orientou aproximadamente 80 pós-graduandos e publicou mais de 300 artigos científicos. Hoje coordena o Núcleo de Química de Heterocíclicos (NUQUIMHE) Em sua visão o perfil do aluno mudou nestes anos. "Com a massificação dos programas de pós-graduação, muitas vezes o aluno selecionado não tem o perfil para ser pesquisador. Este aluno vê a PG apenas como uma ferramenta para melhorar seu nível de emprego. A produção média deste aluno é baixa. O professor observa que "há uma diluição na qualidade dos recursos humanos da pós-graduação, e o que se produzia antes com alguns alunos, hoje são necessários um número bem maior". Uma outra questão apontada pelo professor é que "a geração Y é muito preparada no uso das tecnológias de informação, mas têm dificuldades com a ciência experimental." Algo que falo muito para meus alunos é que "a ciência demanda de tempo, paciência e persistência na observação, coleta de dados, compreensão dos resultados e conclusões.

Professor Marcos Martins (1º à direita, sentado) com alunos de IC, Mestrado, Doutorado e pesquisadores do NUQUIMHE

Para Fábio Andrei Duarte, um problema recorrente, tanto em nível de graduação quanto de pós-graduação, é deficiência na formação dos jovens em determinadas áreas. Essa característica dificulta o processo de aprendizagem e muitos destes problemas acabam sendo resolvidos (nem sempre totalmente) na pós-graduação. "A forma de ingresso (prova de conhecimento nas quatro áreas da química) no PPGQ já é uma forma de selecionar o mais aptos, juntamente com a formação mais ampla que está sendo implementada no Programa. Entretanto, o perfil dos egressos é melhorado significativamente, o que se reflete nos bons índices de fixação dos mestres/doutores no mercado. Cabe salientar que o PPGQ tem uma forte característica de formação de professores/pesquisadores, os quais estão distribuídos em todas as regiões do país, exercendo funções importantes, liderando grupos de pesquisa e tendo destaque nacional e internacional."

Professora Paola de Azevedo Mello: incentivo à participação na SBQ desde a graduação

Paola de Azevedo Mello é uma das mais jovens orientadoras do Programa. Ela começou a trabalhar no PPGQ em 2013, depois de cursar como aluna o mestrado e o doutorado em Química Analítica. Atualmente leciona e tem três orientandos em pesquisas com preparo de amostras, espectrometria de massas e bioanalítica. Tem 23 publicações desde que ingressou no programa. "Uma característica interessante do PPGQ é que os alunos interagem muito com a Sociedade Brasileira de Química. É algo que nós professores estimulamos desde a graduação, porque o intercâmbio com químicos de outras regiões é muito importante." Este ano, em outubro, Santa Maria será sede do encontro regional da SBQ Sul.

Leia entrevista concedida pelo coordenador do Programa, Prof. Fábio Andrei Duarte

1. Quais os cursos disponíveis? Como é o processo de seleção?
O programa conta com os níveis de mestrado e doutorado nas quatro grandes áreas da Química (Química Orgânica, Química Analítica, Química Inorgânica e Físico-Química).

O processo seletivo consiste de uma prova constituída de 20 questões discursivas (5 questões de cada área de concentração), sendo que o candidato deve escolher apenas 10 questões para responder. Além disso, cada candidato deve responder, no mínimo, 1 questão de cada área e as demais são de livre escolha. A identificação dos candidatos é feita por meio de um código, o qual fica lacrado na secretaria do PPGQ até o momento do somatório das notas, quando é feita a relação entre o nome do candidato e seu respectivo código. Esta alteração foi feita visando a maior transparência no processo seletivo. Para ser aprovado nos níveis de mestrado e doutorado, o candidato deve ter um aproveitamento mínimo de 50 e 70%, respectivamente.

2. Quantas vagas são abertas anualmente e quantas são preenchidas?
Anualmente são ofertadas cerca 65 vagas para o mestrado e 60 vagas para doutorado. O percentual de aprovação nos processos seletivos é variável mas fica entre 50 e 70%.

Atualmente, estão matriculados 88 alunos de doutorado (mais 12 com ingresso para agosto de 2016) e 52 alunos de mestrado (mais 14 ingressantes para agosto de 2016).

3. Qual o destino dos egressos?
O acompanhamento dos egressos tem sido intensificado nos últimos anos e o PPGQ tem conseguido acompanhar cerca de 84% dos docentes. O destino principal dos egressos do PPGQ é para instituições de ensino superior (mais de 60%), atuando como docente.

Cerca de 10% tem atuação como funcionário de empresas ou como pesquisadores em instituições de pesquisa. Em alguns casos, os egressos do PPGQ ocupam cargos de chefia em grandes empresas.

Cerca de 8% tem atuação como profissional de nível superior (técnico de laboratório, entro outros).

Apenas 3% estão realizando pós-doutorado.

O estado do Rio Grande do Sul é o principal estado de destino dos egressos (cerca de 72%), seguido de Santa Catarina (6%), Paraná (5%), São Paulo (4%), Rio de Janeiro (3%), Mato Grosso do Sul (2%), Minas Gerais (2%). Os demais egressos tem percentual inferior a 2% e estão distribuídos em outros estados Brasileiros (AC, BA, ES, GO, MA, MT, PA, PB, PE, RN, RO, RR, SE e TO). Cerca de 2% dos Doutores formados no PPGQ estão atuando no exterior.

4. Quantas publicações foram geradas até hoje?
É difícil estimar os totais de produção do PPGQ, pois são mais de 30 anos de existência. Em relação à produção de artigos, acredito que seja por volta dos 3.000, cerca de 100 capítulos de livros e 15 atuações como editor de livros. É importante destacar que estes dados são estimativas.

5. Quantas publicações nos últimos 12 meses?
No ano de 2015, foram publicados 151 artigos em periódicos, dos quais 120 tem participação discente. Destes 120 artigos, 13 foram publicados em periódicos classificados como Qualis A1. Em 2015 também foram editados 2 livros, publicados 12 capítulos e depositadas 7 patentes (valor que corresponde à média anual do programa).

6. Quais as principais linhas de pesquisa em andamento?
Área de Concentração: Química Analítica

a) Métodos Analíticos e Bioanalíticos: estudo e desenvolvimento de métodos adequados para solução de problemas analíticos que envolvem desde a amostragem até a quantificação de espécies de interesse em diversas matrizes, incluindo amostras para diagnósticos clínicos, análises bioquímicas e farmacológicas, entre outras.

b) Química Analítica Ambiental: estudo (identificação, quantificação e monitoramento) de espécies que apresentam relevância ambiental, formadas e/ou mobilizadas a partir de processos naturais e industriais.

c) Química Analítica de Processos: desenvolvimento de instrumentação e métodos quimiométricos para a obtenção de informações qualitativas e quantitativas sobre processos industriais, bem como sua intensificação.

Área de Concentração: Química Orgânica

a) Isolamento, Determinação de Estrutura e Síntese de Produtos Naturais: Esta linha de pesquisa tem como objetivos o isolamento dos constituintes químicos principalmente de plantas pertencentes ao Bioma Pampa, a determinação estrutural destas substancias por métodos analíticos, como a Ressonância Magnética Nuclear, Espectrometria de Massas, Cromatografia Gasosa Enantioseletiva e Difração de Raios-X. É objetivo desta linha também a modificação molecular das moléculas isoladas e a avaliação da atividade farmacológica, principalmente antimicrobiana, antitumoral, anti-inflamatória e inibição da acetilcolinesterase.

b) Química Supramolecular: Está linha de pesquisa tem como objetivo o estudo das interações intermoleculares no estado sólido e em solução a partir de heterociclos, líquidos iônicos, rotaxanos e co-cristais, visando a construção de materiais tais como filmes finos, máquinas moleculares, agregados supramoleculares, biolubrificantes, fámacos, sistemas de liberação de fármacos, entre outros.

c) Química de Heterocíclicos: Esta linha de pesquisa tem como objetivo o estudo de heterociclos com ênfase no desenvolvimento de metodologias de síntese de blocos precursores trialometilados, síntese de heterociclos das mais variadas classes; desenvolvimento de metodologias de fluoração de heterociclos, estudo da estrutura de compostos e a investigação da atividade farmacológica e toxicológica dos compostos sintetizados.

d) Síntese de Compostos Organocalcogênio: Esta linha de pesquisa tem como objetivo estudar aspectos relacionados à síntese e a reatividade de organocalcogênios, visando à preparação de compostos orgânicos de telúrio, selênio e enxofre que servirão como ferramentas sintéticas em outras reações de síntese. Esta linha também estuda os efeitos toxicológicos e farmacológicos destes compostos.

Área de Concentração: Química Inorgânica

a) Química de Coordenação: Síntese, análise estrutural, reatividade e propriedades físico-químicas de compostos de coordenação.

b) Química Bioinorgânica: Síntese, caracterização, análise estrutural e atividade biológica de compostos de coordenação.

Área de Concentração: Físico-Química

a) Engenharia Macromolecular: Desenvolvimento de metodologias para a síntese de polímeros com arquitetura, funcionalidade, composição e topologias controladas.

b) Química Teórica e Computacional: Estudo teórico através de métodos de estrutura eletrônica de propriedades termodinâmicas, espectroscópicas e cinéticas de sólidos, moléculas, compostos de coordenação e polímeros.

7. Qual a vocação da química na região?
Comparativamente aos estados de outras regiões (ex: Sudeste), no RS existem poucas indústrias químicas de grande porte. Na maioria dos casos onde há atuação na indústria, o controle de qualidade é uma das áreas de maior oferta/procura. Assim, grande parte dos egressos do PPGQ que permanecem no estado, optam pela carreira docente. Outro fato que demonstra este comportamento é a grande procura pela pós-graduação por parte dos formandos dos cursos de química e afins.

8. Os alunos e orientadores costumam participar de eventos regionais ou nacionais científicos?
Grande parte dos docentes e discentes do PPGQ participam ativamente de eventos regionais, nacionais e internacionais, sendo que os discentes são continuamente incentivados.
Os eventos da SBQ (ou com apoio da sociedade) estão entre os mais frequentados. Cabe destacar que a próxima edição do Encontro de Química da Região Sul (XXIII SBQSul - www.sbqsul2016.ufsm.br) será sediada na UFSM e diversos docentes e discentes do PPGQ farão parte da organização.

9. Quais os pontos fortes do PPGQ?
O PPGQ da UFSM é um programa compacto e dinâmico. Seu tamanho não muito grande permite a reorganização das áreas e formação de uma área nova rapidamente. Entretanto, o tamanho relativamente reduzido (em comparação com outros Programas de Excelência) não está afetando a produtividade, qualidade na formação de recursos humanos e reconhecimento internacional.

Existem planilhas de autoavaliação e para distribuição de recurso, as quais são fornecidas aos docentes. Os recursos são distribuídos aos docentes permitindo seu uso racional. O sistema de autoavaliação valoriza a quantidade de produção (artigos e defesas), assim como também a qualidade, avaliada pelo fator de impacto.

Em geral, os docentes tem buscado a publicação de artigos em periódicos com Qualis A, além de publicação de livros e capítulos, bem como o depósito de patentes.

É significativo o número de DPs com bolsa de Produtividade em Pesquisa do CNPq (73%), sendo que 43% são bolsistas nível 1 (04 nível 1A). Destaca-se, também, o número crescente de mestres e doutores formados, bem como a relação de alunos formados por orientador.

O número de publicações por ano em periódicos indexados no ISI é bastante alta e a relação Artigos em Periódicos Internacionais/Docente Permanente vem crescendo. Deve-se salientar, também, a relação Artigos em Periódicos Internacionais (API)/Aluno formado que é de mais de 1 API/Aluno Mestrado e mais de 2 API/Aluno de doutorado formado.

Os egressos do PPGQ têm atuado na formação de destacados Grupos de Pesquisa em importantes IES, empresas e no exterior.

O processo de internacionalização do PPGQ tem crescido significativamente nos últimos anos. Uma prova disso é que alunos de diversos locais do mundo (principalmente América Central e do Sul, África e Europa) têm vindo procurar o PPGQ para se especializar alguma das quatro áreas da Química.

Comparativamente aos demais Programas de Excelência, e considerando todos os indicadores relativizados ao número de docentes, o PPGQ seguramente está entre os melhores do País.


Algumas publicações relevantes

High-efficiency microwave-assisted digestion combined to in situ ultraviolet radiation for the determination of rare earth elements by ultrasonic nebulization ICPMS in crude oils”, J. S. F. Pereira, R. S. Picoloto, L. S. F. Pereira, R. C. L. Guimarães, R. A. Guarnieri, E. M. M. Flores, Analytical Chemistry 2013, 85, 11034-11040.

“Update 1 of: Ionic liquids in heterocyclic synthesis”, M. A. P. Martins, C. P. Frizzo, A. Z. Tier, D. N. Moreira, N. Zanatta, H. G. Bonacorso, Chemical Reviews 2014, 114, 1-70.

“Degradation of β-blockers in hospital wastewater by means of ozonation and Fe2+/ozonation”, M. L. Wilde, S. Montipó, A. F. Martins, Water Research 2014, 48, 280-295.

“Preparation of TiO2 nanoparticles coated with ionic liquids: a supramolecular approach”, I. M. Gindri, C. P. Frizzo, C. R. Bender, A. Z. Tier, M. A. P. Martins, M. A. Villetti, G. Machado, L. C. Rodriguez, D. C. Rodrigues, ACS Applied Materials & Interfaces 2014, 6, 11536-11543.

“Application of organoselenides in the Suzuki, Negishi, Sonogashira and Kumada cross-coupling reactions”, A. L. Stein, F. N. Bilheri, G. Zeni, Chemical Communications 2015, 51, 15522-15525.


Prêmios conquistados recentemente

- Edson I. Müller, Melhor trabalho na área de Química Analítica na 37ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (2014).
- Érico M. M. Flores, Prêmio Inventor 2013, PETROBRAS (2013).
- Érico M. M. Flores, Prêmio Inventor 2015, PETROBRAS (2015).
- Érico M. M. Flores, Prêmio Petrobras de Tecnologia 2013, PETROBRAS (2013).
- Érico M. M. Flores, Trabalho premiado no 15th Meeting of the European Society of Sonochemistry (Istambul, Turquia - 2016).
- Érico M. M. Flores, Trabalho premiado no 2016 Winter Conference on Plasma Spectrochemistry (Tucson, USA - 2016).
- Fábio A. Duarte, 2014 Young Analytical Scientists, Journal of Analytical Atomic Spectrometry, Royal Society of Chemistry (2014).
- Fábio A. Duarte, Melhor trabalho na área de Alimentos e Bebidas na 37ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (2014).
- Fábio A. Duarte, Melhor trabalho na área de Preparo de Amostras no 17° Encontro Nacional de Química Analítica (2013).
- Gilson Zeni, Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências, Academia Brasileira de Ciências (2015).
- Helio G. Bonacorso, Prêmio Pesquisador Gaúcho da FAPERGS - área de Química (2014).
- Luciano Dornelles, Painel destaque na área de Ensino de Química, XXI Encontro de Química da Região Sul (2014).
- Paola de Azevedo Mello, Melhor painel Melhor pôster na área de Química Analítica da 38ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (2015).


Acordos de cooperação

Entre as estratégias de internacionalização do PPGQ, está a oficialização e acordos de cooperação, os quais serão descritos a seguir. Além disso, o PPGQ tem incentivado o envio de alunos para estágio no exterior, assim como recebimento de alunos estrangeiros. Cabe destacar que nos últimos anos o PPGQ tem recebido, em média, cerca de 10 pesquisadores estrangeiros para ministrar palestras/cursos para alunos do Programa.

Atualmente, além dos acordos nacionais, a UFSM possui acordos de cooperação bilaterais com diversas instituições, distribuídas em 31 países de diferentes regiões do globo. Abaixo estão listados os acordos mais recentes e vinculados à área de química.

- Convênio com o Laboratório de Referência da Comunidade Européia para Determinação de Resíduos de Pesticidas em Frutas e Vegetais por Método Multirresíduo, Universidade de Almeria, Espanha. - Convênio com o Laboratório de Referência da Comunidade Européia para Determinação de Resíduos de Pesticidas em Cereais e Ração Animal - Instituto Nacional de Alimentos da Dinamarca, em conjunto com a Universidade Técnica da Dinamarca, Dinamarca.

- Convênio com o Laboratório da Autoridade de Segurança Alimentar e Produtos Consumíveis (Food and Consumer Product Safety Authority – VWA), do Ministério da Saúde e Agricultura da Holanda, Holanda. - Projeto PROBRAL/DAAD/CAPES entre UFSM e Universidade Giessen e Tübingen, RFA. Responsável: Manfredo Hörner.

- Convênio tipo "Guarda Chuva" com a Universidade de Dortmund (Alemanha). Financia a vinda de pesquisadores desta Universidade (Dr. Michael Schillig) para apresentação de cursos em Santa Maria. Convênio sob coordenação de Ayrton F. Martins.

- Acordo de cooperação com a Aalen University (Alemanha). Colaboração com a Faculty of Chemistry (Prof. Dr. Hans‐Dieter Junker e Prof. Dr. Norbert Schaschke).

- Graz University of Technology - Graz/Áustria (Guenter Knapp e Helmar Wiltsche).

- Università degli Studi di Torino - Turim/Itália (Giancarlo Cravotto).

- Institute of Analytical Chemistry of the Academy of Sciences of the Czech Republic - Praga/República Tcheca (Jiri Dedina).

- Ghent University - Ghent/Bélgica (Frank Vanhaecke).

- University of Zaragosa - Zaragosa/Espanha (Martin Resano).

- Institute for Research in Biomedicine - Barcelona/Espanha (Ernest Giralt).

- Comisión Nacional de Energía Atómica - Buenos Aires/Argentina (Patricia Smichowski).

- National Research Council Canada - Otawa/Canadá (Zoltán Mester e Ralph E. Sturgeon).

- University of Aberdeen - Aberdeen/Scotland (Jorg Feldmann).

- The National Food Institute, Technical University of Demark, Copenhagen/Dinamarca (Mette Erecius Poulsen).

- The University of Almeria, Almeria/Espanha (Amadeo Rodríguez Fernández-Alba).

- The Food and Consumer Product Safety Authority, Amsterdam/Holanda (André De Kok).

- The United States Department of Agriculture, Philadelphia/Estados Unidos (Steven J. Lehotay).


Website: http://w3.ufsm.br/ppgq/index.php/pt/


Texto: Mario Henrique Viana (assessor de imprensa da SBQ)








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