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22/12/2016



Um mundo de oportunidades para a Química


Na Amazônia, a formidável biodiversidade é o maior estímulo aos integrantes do PPGQ UFAM

Com estimadas 30 mil espécies de vegetais, 3 mil espécies de formigas, 1,8 mil espécies de borboletas, 1,3 mil de peixes, mil de aves e mais de 300 mamíferos conhecidos – entre outros números estonteantes – , a Amazônia é o paraíso das ciências naturais. Um paraíso em parte ainda desconhecido e constantemente ameaçado pela devastação da maior e mais rica floresta da Terra. É neste cenário que um grupo de químicos busca criar condições melhores de trabalho para que seja possível conhecer as moléculas que formam esta incrível biodiversidade e preservá-la.

"No Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade Federal do Amazonas a principal dificuldade é com a manutenção dos equipamentos, que vem sendo resolvida à medida que temos os recursos disponibilizados pela universidade ou por projetos de pesquisa individuais", conta o coordenador do Programa, Professor Leandro Pocrifka. "Historicamente, fazer pesquisa nos quase 2/3 do território nacional ocupado pela Amazônia Legal brasileira tem sido um grande desafio, seja por sua imensidão e relativo vazio demográfico, seja pela falta de uma política de estado claramente definida e eficaz para a integração dessa região."

"Os desafios são maiores ante a devastação da floresta que ainda persiste. As oportunidades têm que ser criadas. Precisamos formar pesquisadores apaixonados por química, pela natureza e pelo homem amazônida. Afinal, trabalhamos em um laboratório convencional dentro de um laboratório vivo que é a nossa floresta. Precisa mais inspiração que isso?", reflete a Professora Maria Lúcia Belém Pinheiro, que ingressou no PPGQ em 2001.

Apesar das dificuldades, existe um crescimento significativo no número de doutores na região e consequentemente um aumento da qualidade das pesquisas ali desenvolvidas. O PPGQ da UFAM foi criado em 1987 como Mestrado Acadêmico em Química de Produtos Naturais no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA e transferido em 1995 para a Universidade Federal do Amazonas. Por duas décadas foi o único Curso de Pós-Graduação em química da Amazônia Ocidental e em 2007 passou a oferecer também o doutorado.

Professor Leandro Pocrifka (à direita), com alunos do PPGQ UFAM: "Nossa vocação se concentra na pesquisa em produtos naturais e prospecção de novos compostos, no monitoramento de águas e da atmosfera, energia, novos materiais, e a biotecnologia"

Até hoje o programa formou 212 mestres e 44 doutores. Este ano abriu 40 vagas para mestrado e 20 para doutorado, preencheu cerca de 70% e conta com 110 alunos. Nos últimos quatro anos, produziu 252 artigos indexados sendo 62 em 2016, ano em que produziu também quatro capítulos de livros. Tem conceito 4 da CAPES.

"Nossa vocação se concentra na pesquisa em produtos naturais e prospecção de novos compostos, no monitoramento de águas e da atmosfera, energia, novos materiais, e a biotecnologia", observa o Professor Pocrifka. "Manaus conta com o Polo da Zona Franca, com o estabelecimento de um número significativo de indústrias nos segmentos de eletroeletrônicos, duas rodas e químico, embora isso ainda não reflita claramente na absorção dos recursos humanos formados pelo Programa."

Dos alunos egressos de mestrado do Programa em 2016, 31 % continuam como alunos de doutorado, 17 % estão matriculados em cursos de doutorado de outras instituições, entre elas, UFRJ, UFMG, UFSCAR, USP-SC e UNICAMP. Os outros 52% dos egressos de mestrado estão envolvidos com atividades de pesquisa, sem ainda ingressarem no doutorado. Alguns destes egressos vêm sendo absorvidos pelas universidades particulares, Institutos Federais da Amazônia (IFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e pela própria UFAM, nos campi do interior do Estado. Os alunos de doutorado do programa, em sua grande maioria lecionam em universidades. Há também alguns dos egressos do doutorado realizando pós-doutorado em outros estados.

Em torno de 70% dos alunos que ingressam no PPGQ vêm dos cursos de graduação em Química (licenciaturas ou bacharelado) e ex-alunos de PIBIC sob a orientação dos docentes do Programa, na UFAM ou no INPA. Os outros 30 % vêm de cursos do interior do Amazonas e de outros estados. "Recentemente o PPGQ vem recebendo alunos do exterior como Cuba e El Salvador. Isso decorre do aumento da visibilidade que o PPGQ vem conseguindo com seus trabalhos de pesquisa, alcançando o reconhecimento no País e no exterior. Há ainda a o fato que o candidato pode participar do nosso processo seletivo na região de origem", assinala o Professor Pocrifka.

Ele destaca a participação dos alunos e docentes em eventos científicos. "Orientadores e alunos do PPGQ são incentivados a participar de eventos nacionais como a RASBQ e congressos específicos da área. Em 2014 realizamos o I Encontro de Química da Região Norte - SBQ Norte, com o tema "Química para o desenvolvimento sustentável da Amazônia."

Texto do Professor Leandro Pocrifka sobre os pontos fortes do Programa


O corpo docente, sua diversidade de formação nos melhores centros do Brasil, alguns com passagens pelo exterior, e sua média de idade em torno de quarenta anos, portanto com perspectiva média para pelo menos 25 anos de atuação no Programa, é com certeza um dos pontos mais fortes do PPGQ, pois projeta para o programa pelo menos duas décadas de intenso crescimento. Essa situação peculiar do quadro docente do PPGQ/UFAM tem consequências fundamentais para um programa que tem sido condenado a um eterno recomeço desde sua fundação, em virtude dos conhecidos problemas nacionais do passado tão contundentes para as regiões menos desenvolvidas do País. Embora ainda haja significantes perdas pela migração de docentes para outras regiões, os docentes do programa, em sua maioria, estão muito empenhados em desenvolver suas atividades, particularmente de pesquisa e ensino, tendo conquistado diversos projetos e recursos, fundamentais para iniciar ou dar continuidade à construção e aparelhamento de seus laboratórios. Vários se preparam ao pós-doutoramento no Brasil e no exterior e constroem parcerias dispostas a transferir conhecimento e tecnologia das diversas formas, principalmente através do recebimento de alunos para missões de estudo.

A inserção social do Programa, principalmente através da difusão do conhecimento em Química, ocasionada pelos egressos que se tornam profissionais de ensino, no interior do Amazonas e capitais e interiores de estados menos privilegiados da Amazônia Ocidental, é também sem dúvida outro ponto muito forte do Programa. Até é possível imaginar outros modos de atender a grande demanda dessa Região por profissionais qualificados para o ensino superior, porém nenhum modo seria mais viável, dada a imensidão, as distâncias e os problemas regionais. Em síntese, parece mais fácil formar amazônidas para o ensino de Química na Região que convencer pessoas de outras regiões a se deslocarem para seus distantes rincões, dado os primeiros estarem habituados aos costumes e modos de vida regionais.

Por fim, o aumento significativo de alunos de IC orientados pelos docentes do programa é em si muito significante, mas também um reflexo da percepção por essa importante clientela da melhoria das condições de trabalho e formação do Programa, cujos docentes são os administradores dos respectivos laboratórios de pesquisa. Num círculo virtuoso, esses alunos de iniciação científica tornam-se cada vez mais os futuros alunos do PPGQ e via de regra, os mais bem preparados.

Leia íntegra da entrevista concedida pela Professora Maria Lucia Belém Pinheiro ao Boletim SBQ:

"Devido à crise econômica que nos castiga diminuirão os recursos para a pesquisa nos próximos anos. Vamos ter que 'segurar a barra', otimizando a gestão dos recursos disponíveis e não abrindo mão de lutar por mais recursos."

Quando a sra. entrou no PPGQ e quantos alunos titulou neste tempo?
Ingressei como docente do PPGQ em 2001 quando o programa ainda era chamado PPGQPN e era restrito ao curso de Mestrado em Química de Produtos Naturais da UFAM, cuja criação ocorreu no ano de 1987, em colaboração com a Coordenação de Pesquisas em Produtos Naturais do INPA (CPPN/INPA). Diga-se que fiz parte da primeira turma e defendi a primeira dissertação do curso com o título " Estudo Fitoquímico de Strychnos mattogrossenssis S. Moore". À época do meu ingresso como docente, as linhas de pesquisa eram concentradas na área de Química de Produtos Naturais, onde me enquadrei ,e Química Ambiental. A maioria dos docentes era da área de Química Orgânica, mas, devido ao retorno ao Departamento de Química de vários professores com doutorado em várias áreas da Química, especialmente Química Analítica e Físico-química, criaram-se condições objetivas para funcionamento de um curso de Doutorado em Química, o que aconteceu em 2007, com a aprovação pela CAPES, de projeto elaborado por professores do Departamento de Química da UFAM e pesquisadores da Coordenação de Pesquisas em Produtos Naturais do INPA (CPPN/INPA), coordenado com competência e muita garra pelo Professor Kelson Motta Teixeira Oliveira, do Departamento de Química da UFAM.

Até o presente orientei 11 dissertações e 5 teses em química, no PPGQ .

Quais as principais linhas desenvolvidas nesse tempo?

Com experiência de mestrado e doutorado em química de produtos naturais dirigi meu interesse para espécies com história popular ou científica de moléculas bioativas, principalmente contra doenças negligenciadas. Nosso foco, desde 2001, quando participei do projeto "Avaliação de metábólitos de espécies vegetais e fúngicas contra doenças de impacto social no Estado do Amazonas (CAPES/RENOR)", coordenado pelo colega Jefferson Andrade da Rocha Silva (DQ-UFAM), tem sido moléculas com atividade anti-leishmania. Atualmente, as principais espécies estudadas são da família Annonaceae. Coordenei entre de 2009-2012, o projeto "Avaliação do potencial alcaloídico e leishmanicida da vegetação do Campus da Universidade Federal do Amazonas ( FAPEAM)" que deu suporte a dissertações e teses do grupo. Participo intensamente de outro projetos mais recente "Prospecção fitoquímica e avaliação leishmanicida de produtos naturais obtidos de espécies encontradas na flora sul amazônica brasileira", coordenado pela minha ex-orientada de doutorado em Biotecnologia, professora Janaína Paolucci Sales (UFAM) que amplia a pesquisa para espécies de outras famílias botânicas do sul da Amazônia.

Quais conquistas pode citar?
A despeito de meus orientados terem isolado muitas moléculas que se revelaram bioativas, publicado nossos resultados em periódicos nacionais e internacionais, nosso trabalho é ainda embrionário ... Não chegamos a qualquer fármaco, inseticida ou produto biotecnológico, embora tenhamos alguns resultados promissores em moléculas com atividade anti-leishmania. Contudo, considero da maior importância, a contribuição para formação de jovens com capacidade técnico-científica para pesquisar a química da flora amazônica, alguns dos quais estão em plena atuação, na UFAM ( um é pesquisador 2 do CNPq), no IFAM- Manaus, e no CBA ( Centro de Biotecnologia da Amazônia), onde um deles, recém doutor, dirige Laboratório de Química de Produtos Naturais ( fitoquímica e cromatografia)

Ainda tem orientandos? Após a aposentadoria, como tem sido sua rotina de trabalho dentro do PPGQ?
Tenho duas orientações e uma co-orientação de doutorado. Nesses trabalhos estão propostos estudos fitoquímicos e testes biológicos, análises de perfis químicos por espectrometria de massas e análises atividade biológica in silico, otimizando nossas ferramentas espectrométricas e quimiométricas e ampliando o universo das nossas pesquisas.

Após a aposentadoria em 2014, continuei credenciada como professora do quadro permanente, com base em Resolução da Capes. Ministrei aulas em todos os semestres. Participo com outros colegas das disciplinas Química Orgânica Avançada e Química Biorgânica, para mestrado e doutorado. Frequentemente faço parte de bancas de dissertações e teses e de Exames de qualificação de Mestrado e Doutorado. Frequento assiduamente a Central Analítica, onde tenho uma mesa cativa, no Laboratório de Espectrometria de Massas. Participo também de projetos. Além do acima citado, integro a equipe do projeto multi-institucional e multidisciplinar do Pró-Amazônia " Estudo e aplicação da biodiversidade vegetal e microbiana da Amazônia inovação e sustentabilidade" , coordenado pelo colega Afonso Duarte Leão de Souza.

Como avalia a evolução da química desde que iniciou seu trabalho no PPGQ UFAM?
O desenvolvimento espetacular da informática, o avanço nas técnicas, equipamentos e instrumentação química, a internet ( destaque especial para os Periódicos CAPES no Brasil) permitem o acesso rápido ao conhecimento, ensejando um salto de qualidade nas nossas pesquisas, nos últimos tempos.

O que mudou no perfil dos alunos neste período?
O PPGQ da UFAM conta com uma plataforma tecnológica moderna na Central Analítica do Centro de Apoio Multidisciplinar da UFAM com espectrômetros de UV-Vis e IV /FT, RMN de 1H e 13C, CG-EM,UPLC, LC-EM, EMs com vários detectores (Ion trap e TSQ etc) adquiridos com recursos da FINEP, a partir de 2006, ferramentas de pesquisa que podem ser utilizadas e manipuladas pelos estudantes da pós-graduação. Assim, o aluno está mais confiante, sabe que tem mais condições de desenvolver seu potencial, o que tem se refletido na produção científica, publicação de artigos, etc.

Na sua avaliação, qual o futuro da pesquisa científica no Brasil?
Devido à crise econômica que nos castiga diminuirão os recursos para a pesquisa nos próximos anos. Vamos ter que "segurar a barra", otimizando a gestão dos recursos disponíveis e não abrindo mão de lutar por mais recursos. Não devemos reivindicar ou pressionar inconscientemente. As nossas sociedades cientificas devem participar, sem partidarismo político, da formulação de uma política para superar os problemas que teremos que enfrentar.

Laboratórios do PPGQ UFAM
1. Laboratório de Química Teórica e Computacional (DQ/UFAM) - Responsável: Prof. Kelson Mota Teixeira de Oliveira.

2. Laboratório de Química de Produtos Naturais (DQ/UFAM) - Responsáveis: Profs. Jefferson Rocha de Andrade Silva e Valdir Florêncio da Veiga Junior.

3. Laboratório de Química Analítica (DQ/UFAM) - Responsáveis: Prof. Genilson Pereira Santana.

4. Laboratório de Química Inorgânica (DQ/UFAM) Responsáveis: Profa. Neila de Almeida Braga e Renato Henriques de Souza.

5. Laboratório de Físico-Química (DQ/UFAM) - Responsáveis: Prof. Paulo Rogério da Costa Couceiro.

6. Laboratório de Eletroquímica e Energia (DQ/UFAM) - Responsável: Profs. Leandro Aparecido Pocrifka e Raimundo Ribeiro Passos.

7. Central Analítica (UFAM) - órgão suplementar vinculado ao Centro de Apoio Multidisciplinar (CAM):

Laboratório de Química Analítica; Laboratório de Ressonância Nuclear Magnética; Laboratório de espectrometria de massas; Laboratório de Cromatografia Gasosa; Laboratório de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência. Responsáveis: Profs. Maria Lúcia Belém Pinheiro, Marcos Batista Machado, Rita de Cássia Saraiva Nunomura, Tereza Cristina Souza de Oliveira, Cristine de Mello Dias Machado, Emmanuel Costa e Afonso Duarte Leão de Souza.

8. Laboratório de Estudos de Microrganismos da Amazônia - Responsáveis: Prof. Afonso Duarte Leão de Souza.

9. Laboratório de Pesquisas e Ensaios de Combustíveis (LAPEC) (DQ/UFAM) - órgão suplementar da UFAM. Responsáveis: Profs. Jamal da Silva Chaar e Luiz KC Souza.

10. Laboratório de Química de Produtos Naturais (COTI/INPA) - Responsável: Dra. Maria da Paz Lima.

11. Laboratório de Equipamentos (COTI/INPA) - Responsáveis: Drs. Adrian Martin Pohlit e Sergio Massayoshi Nunomura.

12. Laboratório de Princípios Ativos da Amazônia (COTI/INPA) - Responsáveis: Drs. Adrian Martin Pohlit e Sergio Massayoshi Nunomura.

13. Laboratório de Bioprospecção (COTI/INPA) - Responsável: Dra. Cecília Verônica Nunez.

14. Laboratório em Química Analítica e Ambiental (COTI/INPA) - Responsável: Dr. Ezio Sargentini Junior.

15. Central Analítica do Laboratório Temático de Química de Produtos Naturais (COTI/INPA) - Responsáveis: Drs. Adrian Martin Pohlit, Cecilia Veronica Nunez, Maria da Paz Lima e Sergio Massayoshi Nunomura.

Prêmios conquistados recentemente

Certificado de Melhor Pôster, apresentado durante os eventos concomitantes VII SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE PLANTAS MEDICINAIS E III SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO EM CÂNCER.

Diferenciação Química De Duas Espécies De Eugenia Por Técnicas Espectrométricas: Kidney de Oliveira Gomes Neves; Marcos Batista Machado; Francinete de Souza Campos; Estevan Bruginski;

Cinco artigos relevantes

“Synthesis and Properties of ternary mixture of nickel/cobalt/tin oxides for Supercapacitors”, C.S. Ferreira, R.R. Passos, L.A. Pocrifka, Journal of Power Sources 2014, 271, 104-107.

“7,7-Dimethylaporphine and Other Alkaloids from the Bark of Guatteria friesiana”, E.V. Costa, M.L.B. Pinheiro, B.H.L.N.S. Maia, F.A. Marques, A.L.T.G. Ruiz, G.M. Marchetti, J.E. Carvalho, M.B.P. Soares, C.O.S. Costa, A.F.C. Galvão, N.P. Lopes, H.H.F. Koolen, D.P. Bezerra, A. Barison
Journal of Natural Products 2016, 79, 1524-1531.

“Ethanol electro-oxidation on partially alloyed Pt-Sn-Rh/C catalysts”, E.A. Souza, M.J. Giz, G.A. Camara, E. Antolini, R.R. Passos, Electrochimica Acta 2014, 147, 483-489.

“Amazon acai: Chemistry and biological activities: A review”, K.K.L. Yamaguchi, L.F.R. Pereira, C.V. Lamarao, E.S. Lima, V.F. Veiga Junior, Food Chemistry 2015, 179, 137-151.

“Lauraceae alkaloids”, D.L. Custódio, V.F. Veiga Junior, RSC Advances 2014, 4, 21864-21890.


Texto: Mario Henrique Viana (Assessoria de Imprensa da SBQ)








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