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Boletim Eletrônico Nº 1345

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06/12/2018



42ª RA: Edward Anderson discute métodos de síntese para moléculas bioativas


Pesquisador de Oxford mantém colaboração com grupos no Brasil

Edward Anderson é um jovem químico de Oxford com um trabalho destacado na síntese total de produtos naturais. Casado, pai de duas crianças, o triatleta amador tem tido menos tempo para os esportes à medida que as atividades do Anderson Research Group se desenvolvem. "O nosso departamento é pujante, e meu dia é tomado por conversas com os alunos e pesquisadores e redação de artigos e trabalhos", contou Anderson ao Boletim Eletrônico da SBQ.

Professor Edward Anderson, do Jesus College, Oxford, é um jovem pesquisador com destacado trabalho na área da síntese total de produtos naturais.

Ele é um dos conferencistas confirmados para a 42a Reunião Anual da SBQ, que será realizada de 27 a 30 de maio de 2019, em Joinville, quando vai discutir o desenvolvimento de novos métodos de síntese e sua aplicação na síntese de moléculas bioativas. "Suas pesquisas são destacadas em um assunto que queríamos abordar na RASBQ. Então estamos muito felizes com sua vinda", afirma o professor Cristiano Raminelli (UNIFESP), diretor da Divisão de Química Orgânica da SBQ.

O professor Anderson tem 56 artigos publicados, com 2.232 citações e índice h 27. Obteve seu mestrado em Oxford, em 1997, de onde seguiu para o doutorado em Cambridge. Fez pós-docs em La Jolla (California) e em Cambridge novamente. Ao longo da carreira acadêmica, titulou 32 mestres, 14 doutores e supervisionou seis pós-docs.

Anderson tem uma colaboração com os grupos dos professores João Lago (UFABC) e André Tempone (Instituto Adolfo Lutz) para a otimização de substâncias com atividade farmacológica contra Leishmaniose e Mal de Chagas. "No meu laboratório, isolamos e caracterizamos várias moléculas, que foram testadas no Instituto Adolfo Lutz e demonstraram atividade farmacológica", conta Lago. "Mas precisávamos modificar as moléculas estruturalmente para que sua atividade fosse otimizada. Isso foi feito em Oxford, por uma aluna minha que passou quatro meses com ao grupo do Professor Anderson. Conseguimos preparar 25 derivados que foram testados. Selecionamos três ou quatro com atividade muito significativa, e devolvemos para o Adolfo Lutz, para entender como essas substâncias atuarão no parasita", explica.

Leia íntegra entrevista concedida pelo Professor Anderson ao Boletim SBQ:

In a nutshell, what will your conference be about?
I will discuss the development of new synthetic chemistry methods, and their applications in the synthesis of bioactive molecules. This will likely include methods to prepare a caged ring structure that is finding increasing use as a replacement for benzene rings in drug design, and some of our recent work on plant- and bacteria-derived natural products.

What is your view on the intrusion of religious beliefs - such as creationism - in science?
I can say that the natural products we find in plants, the soil, and the sea, have a rich evolutionary history – in particular where the producing species is able to 'mix and match' biosynthesis enzymes from different species, as we see in bacterial natural products. The driving force behind the production of natural products, and the refinement (by Nature) of their structures to optimize their bioactivity, is fascinating.

How did you get into science?
Funnily enough, I was not even certain at school that I would study chemistry at University – but once I did, I found the mechanisms of organic chemistry fascinating and fun at the same time – I still do! I guess it is the satisfaction and thrill of overcoming the challenges that organic synthesis presents that is really exciting – be it in methodology or synthesis work. It's a privilege to be able to study the way molecules interact with one another to the level that we can, as academics.

How is a typical day at Oxford?
Busy! We have a large department that is always very lively – my day is usually full of talking to many different people: my research group, undergraduate students, faculty, members of the college I work in, and squeezing in paper / grant writing around that!

What do you expect from your visit to Brazil?
I am looking forward to meeting Brazilian chemists and enjoying some great scientific discussions, as well as meeting up with friends and collaborators, and of course enjoying the culture Brazil has to offer!


Texto: Mario Henrique Viana (Assessoria de Imprensa da SBQ)








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