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Boletim Eletrônico Nº 1395

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09/01/2020



43ª RASBQ já tem primeiros nomes confirmados


Trabalho intenso de organização reúne secretaria geral, divisões científicas, comissão local e diretoria

O ano de 2020 começa com muito trabalho na SBQ. Como sempre, o início do ano é também o início da reta final de preparação da Reunião Anual da SBQ, um grande esforço voluntário que envolve dezenas de sócios, sob a coordenação do secretário geral.

A 43ª RASBQ será realizada em Maceió, de 26 a 29 de maio, com o tema "Ciência e Ensino para Todos". O conferencista de abertura será o professor Mozart Neves Ramos, químico aposentado da UFPE e um dos maiores especialistas em educação no País, atualmente diretor de articulação e inovação do Instituto Ayrton Senna. Também já estão definidos alguns palestrantes que você conhecerá nos próximos meses neste Boletim.

As inscrições com desconto estão abertas até 3 de fevereiro.

Fernando de Carvalho da Silva, secretário-geral da SBQ: "É um trabalho fascinante... o grande desafio é sempre manter a Sociedade viva e ativa, principalmente no que diz respeito à representatividade da sociedade pelos químicos"

"É um trabalho fascinante, que envolve os 13 diretores científicos, a comissão local, o presidente e a diretoria da Sociedade", conta Fernando de Carvalho da Silva (UFF), secretário geral da SBQ. "As minhas atribuições são montar a grade junto aos diretores de divisão, tomar decisões, contatar empresas, fazer os convites (a partir das sugestões dos diretores científicos, aprovadas pela diretoria), visitar a sede do evento, manter contato com a comissão local...", enumera.

A organização da RASBQ é uma entre as diversas atribuições do secretário geral, a quem cabe também gerenciar as atividades da secretaria em conjunto com a diretora executiva Dirce Campos e equipe, auxiliar o presidente em tomadas de decisões, gerenciar o dia-a-dia da Sociedade, as redes sociais e editar este Boletim.

"O grande desafio é sempre manter a Sociedade viva e ativa, principalmente no que diz respeito à representatividade da sociedade pelos químicos", avalia Fernando. "Neste ano que passou vimos o crescimento de ataques ideológicos contra universidades, instituições de pesquisa, sociedades científicas, professores e até químicos. Fomos e continuaremos a ser ativos na resposta a esses ataques."

A escolha do tema da 43ª RASBQ está relacionada ao momento conturbado pelo qual a ciência e a educação passam no Brasil. Na visão do secretário-geral, os cientistas precisam empenhar-se na comunicação com a população leiga, no sentido de mostrar a importância da ciência e da pesquisa para as pessoas. "Precisamos tirar essa imagem que foi plantada sobre nós, de consumidores de verbas públicas sem resultados. A pesquisa básica não é imediatista. Pode demorar décadas até aparecer os primeiros resultados", enfatiza. "Precisamos diminuir a distância entre as pessoas e os cientistas, falar a língua dos leigos."

Nesse esforço de comunicação, a SBQ tem procurado aumentar sua participação nas redes sociais para alcançar não só os leigos, como mais estudantes, professores e pesquisadores de química e áreas correlatas. "Nosso Facebook está crescendo, estamos participando de eventos de outras sociedades científicas, como a SBPC e incrementando nossa participação em eventos virtuais, como o recente Congresso Online de Química, em que palestrei sobre o trabalho da SBQ na representação dos químicos no Brasil", conta Fernando. "É um desafio diário."

Além de todas as atribuições como secretário geral da SBQ, Fernando coordena o Laboratório de Síntese Orgânica Aplicada, LabSOA, na UFF, onde trabalham sete pós-docs, três doutorandos, quatro mestrandos e 15 alunos de iniciação científica ou estagiários. O grupo foca em síntese orgânica voltada para a preparação de moléculas de baixo peso molecular prospectadas a terem atividade biológica, mais especificamente, quinonas, cumarinas, triazóis, pirazóis e carboidratos.

"Para viabilizar o trabalho na universidade com as atividades na SBQ, você precisa ter um grupo de pesquisa sólido; parceiros, colaboradores que possam cobrir sua ausência. Eu entrei na universidade em 2009 e só vim a trabalhar nessa atividade intensa na SBQ quase 10 anos depois. Foi importante antes consolidar um grupo de pesquisa autossuficiente, com colaboradores que possam dar conta quando você não tem disponibilidade para atuar frente ao grupo", pondera o professor. "Caso contrário um dos lados vai sofrer."

Inscreva-se na 43ª RASBQ, neste link.


Texto: Mario Henrique Viana (Assessoria de Imprensa da SBQ)








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