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11/03/2021



Coluna "Onde elas estão?" - Lúcia Pinheiro Santos Pimenta


Uma iniciativa do Núcleo de Mulheres SBQ

Onde estão as mulheres cientistas no Brasil? Essa pergunta é frequente e sim, precisamos nos conhecer mais e promover maior divulgação das cientistas brasileiras que temos. Assim, o Núcleo de Mulheres da SBQ criou a "Onde elas estão?", uma coluna quinzenal no Boletim da SBQ. O objetivo é criar um espaço de destaque onde apresente uma mulher cientista, sócia da SBQ, no formato "bate e volta" (sucinto). Esperamos criar um portfólio de vários perfis das cientistas brasileiras.

Conheça Lúcia Pinheiro Santos Pimenta, professora titular e pesquisadora do Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais. Mineira apaixonada pela música, pela vida e pela natureza, é graduada em Farmácia pela UFMG, possui mestrado e doutorado em Química, ênfase em Química Orgânica, pela mesma instituição e pós-doutorado pela Leiden University, Holanda. Seu trabalho abrange áreas interconectadas da química orgânica com a bioquímica e a química de produtos naturais e medicinal. Sua pesquisa é focada na fitoquímica de espécies do Cerrado, especialmente na família Annonaceae, em busca de novos fármacos voltados para doenças negligenciadas e antitumorais, bem como agentes antimicrobianos, antioxidantes e anti-inflamatórios.

Nome: Lúcia Pinheiro Santos Pimenta

Idade: 57 anos

Quanto tempo que é professora/cientista contratada na universidade: Admitida em 17/02/1997, 24 anos.

Onde faz ciência: CerQBio - Laboratório de Quimio e Bioprospecção de plantas do Cerrado do Departamento de Química do Instituto de Ciências Exatas (ICEx) da UFMG.

Um(a) cientista: Robert Verpoorte (Natural Products Laboratory, IBL, Leiden University)

Uma molécula/reação: Camptotecina e taxol. A Química em todas as suas facetas está presente nas histórias destas moléculas desde o descobrimento até a aprovação de seus usos no tratamento do câncer.

Maior conquista na carreira até o momento: Ter isolado e identificado acetogeninas de anonáceas pela primeira vez no Brasil numa espécie do Cerrado mineiro (A. crassiflora).

Maior desafio na carreira: Sair para um pós-doutoramento aos 47 anos foi o meu maior desafio.

Onde quer chegar: Contribuir efetivamente para o conhecimento e aproveitamento sustentável da flora do cerrado mineiro.

O que não pode faltar no laboratório: Paixão, vontade de aprender, honestidade, paciência, concentração e respeito pelo outro.

Congresso que mais frequenta: Reunião Anual da SBQ

Nas horas vagas...: Assisto séries, cuido da horta, das minhas flores, ouço músicas e brinco com minha cachorrinha Luna.

Uma leitura recomendada (artigo/livro ou afim): Cem anos de solidão de Gabriel Garcia Marques

Relação com a SBQ: Sou membro efetivo desde 1996, apoiando e participando dos eventos científicos organizados pela SBQ.

Uma frase:
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá! Nós podemos tudo, nós podemos mais...Gonzaga Jr.


Fonte: Núcleo Mulheres SBQ








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